Crises do bebê: 3, 6, 8 e 12 meses
Crises do bebê: 3, 6, 8 e 12 meses

Bebê se encaixa: 3, 6, 8 e 12 meses

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O primeiro ano de vida de uma criança está repleto de fases e desafios. Durante este período, o bebê tende a passar por 4 crises de desenvolvimento: em 3, 6, 8 e ao completar 12 meses.

Essas convulsões fazem parte do crescimento normal da criança e estão relacionadas a alguns “saltos mentais”, ou seja, momentos em que a mente do bebê se desenvolve rapidamente, observando alterações comportamentais. Geralmente, nessas crises os bebês tornam-se mais difíceis, choram mais, são mais facilmente irritados e ficam mais indigentes.

Entenda as convulsões do bebê durante o primeiro ano de vida e o que se pode fazer em cada um deles. É importante lembrar que cada família tem sua estrutura, suas características e potencialidades e por isso deve adequá-las de acordo com elas.

Crise de 3 meses

Essa crise ocorre porque até aquele momento, para o bebê, ele e a mãe são apenas uma pessoa, como se fosse uma gravidez fora do útero. Essa fase pode ser descrita como um segundo nascimento, com o primeiro, biológico, foi o dia do nascimento e com a chegada de 3 meses o parto psicológico acontece. Nessa etapa o bebê começa a interagir mais, olhar para os olhos, imitar gestos, brincar e reclamar. 

A crise trimestral ocorre porque a criança tem a percepção de que ela não está mais presa na mãe, ela entende que ela não faz parte dela, ela vê como outro ser e deve chamá-la para ter o que ela precisa, e pode causar estresse ao bebê, e pode ser percebida por mais momentos de choro. Essa crise dura, em média, 15 dias e tem alguns sinais impressionantes como:

  • Mudar em mamíferos: É comum que a mãe sinta que o bebê não quer mais se molhar e que seus seios não estão mais cheios como antes. Mas, o que está acontecendo é que o bebê já consegue chupar melhor os seios e drená-los mais rápido, reduzindo o tempo das mães para 3 5. Além disso, o peito não deixa mais tanto leite em estoque, que atualmente está produzindo e de acordo com a demanda. Nesta fase, muitas mães iniciam suplementos ao descobrir que não oferecem leite suficiente para a criança, o que leva à falta de estimulação e, assim, ao desmame precoce.
  • Mudanças no comportamento e no sono: o bebê nesta fase tende a acordar mais vezes durante a noite, o fato de muitas mães se conectarem à mudança nos mamíferos e entender que ela é fome. Logo, quando a criança chora a mãe oferece o peito, quando ele tenta jogar a criança chorando e ambos ficam em um vão e vêm, é porque a mãe do bebê mesmo sem a fome, como ela se sente segura da mãe, como quando percebeu que os dois era um só.

Como este é o momento em que o bebê começa a descobrir o mundo, ele fica mais ativo e sua visão está melhorando, tudo é inovação e causa para a agitação e já percebe que com o choro terá suas necessidades satisfeitas, causando estresse e irritabilidade dos tempos. 

O que fazer

Considerando que se trata de uma fase de ajustes de crescimento completamente normais e muito importante para o crescimento, os pais devem tentar manter a calma e manter um ambiente tranquilo para ajudar o bebê a superá-lo, já que em alguns dias a rotina vai voltar ao normal.

É orientado que a mãe insista na amamentação como seu corpo é capaz de produzir a quantidade necessária de leite que a criança precisa. Logo, se o bebê conseguir direito e o peito não ferir ou apresentar crack, não há sinal de que o bebê seja mamute mal e, desta forma, você não deve parar de amamentar. Um ponto que temos que observar é que nesta fase a criança se distrai mais facilmente, logo, tentar amamentar em lugares tranquilos pode ajudar.

Outros métodos que podem ajudar durante esta crise incluem dar o bebê muito redondo e aplicar o método canguru, contando histórias exibindo desenhos coloridos em livros, entre outras ações que comprovem o contato e a atenção. Veja aqui o que é o método Kangaroo e como fazer isso.

Julgamento de 6 meses

Entre os 5 e 6 meses da criança ocorre a formação do triângulo familiar e é no momento em que a criança percebe que há uma figura paterna. Enquanto o pai é ativo desde o nascimento, a relação do bebê não tem o mesmo significado para a mãe, é que apenas em torno de seis meses ocorre esse reconhecimento e então começa a crise. 

Os sinais da crise são excessivos choros, alterações no sono e no humor, a criança não tem muito apetite e pode ficar mais precisa e irritada. Para confundir um pouco, o princípio do nascimento da dentina ocorre muitas vezes durante esse período e as duas fases podem ser confundidas, já que a dentição também causa desconforto e a criança pode ficar mais agitada e irritada, exceto para poder causar diarreia e até mesmo febre. Veja os sintomas do nascimento da primeira dentina.

A crise de seis meses também ocorre para a mãe e muitas vezes a afeta mais do que a própria criança, que tem que lidar com a entrada do pai no relacionamento e muitas vezes é aquela vez que muitas mulheres voltam a trabalhar, intensificando a crise. 

O que fazer

Este é o tempo para a mãe dar espaço e o pai aparecer na vida da criança, exceto o apoio e a ajuda da mãe. A mãe deve ser policiada para não sentir culpa ou ciúme, já que ela tem que aumentar a rede de contato do bebê. No entanto, dizem alguns especialistas, a adaptação do bebê ao berçário se torna mais fácil se for feita antes dos 8 meses, já que nessa época ainda não se sente tão ausentes os pais. Para obter mais informações sobre desenvolvimento do bebê 6 meses.

Crises do bebê: 3, 6, 8 e 12 meses

Crise de 8 meses

Em algumas crianças a crise pode já ocorrer desde 6. Ela acontece no oitavo mês e é considerada a crise da separação, angústia ou o medo de estranhos, onde a personalidade do bebê pode mudar muito. 

Essa crise é a que dura mais tempo, cerca de 3 4 semanas e acontece porque o bebê é separado da mãe com mais frequência e, na sua cabeça, entende que não retornará, levando a uma sensação de abandono. Há uma forte quebra do padrão de sono nessa crise, a criança acorda a noite toda e acorda assustada e com choro intenso. Os outros pontos incluem a agitação e a perda da vontade de se alimentar, sendo mais intensa do que em outras crises. No entanto, como essa fase depende da personalidade de cada criança, também é comum que alguns bebês passem pela crise tranquilamente.

O que fazer

Muitos casais levam seu filho a dormir na mesma cama com eles, mas essa prática não é ideal porque os pais não dormem tranquilamente porque temem que eles prejuizem a criança. Quando a criança tem uma crise que chora à noite é preferívelSer a mãe para acalmar a criança, porque quando a mãe sai, a criança tem o pensamento de que ela não voltará mais. Isso ajuda a entender que a presença da mãe pode ser seguida por ausências.

Além disso, nesta fase a criança pode se apegar a um objeto que é definido por ela próprio, o que é importante, pois representa a forma da mãe e a ajuda a perceber que, como o objeto não desaparece, a mãe, mesmo que ausente, não desaparecerá. Ainda assim, outro conselho é que a mãe sempre abraça o objeto e depois a deixe com a criança, para que ela sinta o cheiro da mãe e não se sinta bagunça.

Como em outras fases, é importante dar amor e atenção à criança para tranquilizá-la de sua agonia, a não ser sempre dizer adeus ao bebê para deixar mais claro que ela retornará e não deve ser abandonada. Um bom exemplo de playfulness neste estágio está escondido.

Crise de 12 meses

Esta é a fase em que a criança começa a dar os primeiros passos e assim tem vontade de descobrir o mundo e ser mais independente. No entanto, ela ainda é dependente e precisa muito dos pais.

Os principais pontos desta crise são a irritação e o choro, especialmente quando a criança quer chegar a um objeto ou se mudar para algum lugar e não pode. Também é comum que o bebê não queira comer e não possa dormir direito.

O que fazer

Como começar o processo de caminhar, os pais terão que estimular a criança a se moviar, amar, manter-se e dar apoio, mas nunca forçar, já que a criança vai começar a caminhar quando ela pensa que pode e quando o cérebro e os pernens trabalham juntos. Mesmo assim, os tempos que o garoto quer e não consegue, o que a deixa triste. Sugere-se que o ambiente seja saudável, acolhedor e tranquilo, e embora esta fase possa ser um pouco difícil, ela é impressionante e muito importante.

Além disso, quanto mais suporte e proteção a criança recebe nesta fase de separação, melhor ela o encara.