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Transtorno de Personalidade Esquiva: o que é, sintomas e tratamento

Byadmin

ago 27, 2021
Transtorno de Personalidade Esquiva: o que é, sintomas e tratamento

O transtorno de personalidade esquiva caracteriza-se por um comportamento de inibição social e de sentimentos de inadequação e sensibilidade extrema à avaliação negativa por parte de outras pessoas.

Geralmente, este transtorno surge no início da idade adulta, mas ainda na infância podem começar a ver-se alguns sinais, em que a crianças sente vergonha excessiva, se isola mais do que é considerado normal ou evita pessoas estranhas ou lugares novos. 

O tratamento é realizado com sessões de psicoterapia com um psicólogo ou psiquiatra e, em alguns casos, pode ser necessário recorrer a tratamento farmacológico.

Principais sintomas

De acordo com o DSM, Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, os sintomas característicos de uma pessoa com Transtorno de Personalidade Esquiva são:

  • Evita atividades que envolvam contacto com outras pessoas, por ter medo de ser criticado, desaprovado ou rejeitado;
  • Evita envolver-se com outras pessoas, a não ser que tenha certeza da estima da pessoa;
  • Mostra-se reservado em relacionamentos íntimos, por ter medo de passar vergonha ou de ser ridicularizado;
  • Preocupa-se excessivamente com críticas ou rejeição em situações sociais;
  • Sente-se inibido em novas situações interpessoais, devido a sentimentos de inadequação;
  • Vê-se como inferior e não se sente aceite pelas outras pessoas;

Além disso, as pessoas com esse transtorno de personalidade têm medo de assumir riscos pessoais ou envolver-se em novas atividades, por medo de sentir vergonha.

Possíveis causas

Não se sabe ao certo quais as causas que estão na origem do transtorno de personalidade esquiva, mas pensa-se que pode estar relacionado com fatores hereditários e vivências da infância, como rejeição por parte dos pais ou outros familiares, por exemplo. 

Como é feito o tratamento

Geralmente, o tratamento é realizado com sessões de psicoterapia que pode ser realizado por um psicólogo ou psiquiatra, recorrendo, na maior parte dos casos, ao método cognitivo-comportamental. 

Em alguns casos, o psiquiatra pode recomendar a utilização de antidepressivos, que podem ser complementados com sessões de psicoterapia.