15. A incerteza comum sobre o Mers (COVID-19)

15 dúvidas comuns sobre o coronavírus (COVID 19)
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COVID-19 é uma infecção causada por um novo tipo de vírus TATS-CoV-2, caracterizado pelo surgimento de sintomas como febre, dor de cabeça, mal-estar geral, assim como há dificuldade para respirar.

Essa infecção apareceu pela primeira vez na China, mas rapidamente se espalhou para muitos países, e a COVI-19 tornou-se uma pandemia. Esse rápido espalhamento se deve, principalmente, à fácil transmissão do vírus, através da inalação de gotas de saliva e secreções respiratórias que contêm o vírus e são suspensas no ar, após tosse ou espirrar, por exemplo.

É importante tomar medidas preventivas para prevenir a transmissão e prevenir a transmissão, além de ajudar a combater a epidemia. Saiba mais sobre Mers, sintomas e como reconhecê-lo.

Por ser um vírus novo, há muitas incertezas. Depois disso, compilamos as principais dúvidas sobre o COVID-19 para tentar esclarecer cada um deles:

1. O vírus se transmite através do ar?

O vírus que causa gotas de saliva no ar ao tostar, espirrar, ou por contato com superfícies contaminadas.

Para evitar a transmissão do vírus, recomenda-se que pessoas que foram confirmadas infectadas com o novo coronavírus, ou que estejam apresentando sintomas da infecção, utilizem máscaras protetoras para evitar a transmissão para outras pessoas.

Não há casos e não há outros casos.

A evidência é que o novo coronavírus pode ser transmitido por picadas de mosquitos, como no caso de outras doenças como a dengue e a febre amarela, por exemplo, considera-se que a transição ocorre de Durante as gotas inaladas penduradas no ar que contém o vírus. Veja Mais sobre o envio de COVID-19.

O COVID-19

definido no Reino Unido é uma nova cepa de SARS-CoV-2 que sofreu pelo menos 17 mutações ao mesmo tempo, o que os pesquisadores consideram que esta nova cepa tem maior potencial de transmissão entre as pessoas. Além disso, foi verificado que ocorreram 8 mutações no gene que codifica a proteína na superfície do vírus e está associada à superfície de células humanas.

Portanto, devido a esta alteração, a nova cepa do vírus, conhecida como B1.17, pode ter maior potencial de transmissão e infecção [4]. Outras diferenças, como as relacionadas com a África do Sul, conhecida como 1351, e o Brasil, conhecido como P1, também têm uma maior capacidade de transmitir informações. Além disso, a variável brasileira também possui algumas mutações que tornam o processo de reconhecimento do anticorpo mais difícil.

Apesar de ser mais transmissível, essas mutações não estão associadas a casos mais graves do que COVID-19, ainda assim são necessários mais estudos para entender melhor o comportamento dessas novas variáveis.

2. E quem não apresenta sintomas que possam transmitir o vírus?

Sim, principalmente devido ao período de incubação, ou seja, o período entre a infecção e o aparecimento dos primeiros sintomas, que no caso do COVID-19 é de cerca de 14 dias. Assim, a pessoa poderia ter o vírus e não saber, ser teoricamente possível passá-lo para outras pessoas. No entanto, a maior parte da poluição parece ocorrer apenas quando uma pessoa começa a tossir ou espirrar.

Na ausência de sintomas, mas está incluído em um grupo de risco ou tem contato com infecção confirmada, recomenda-se que a condição seja colocada em quarentena, pois desta forma pode-se verificar se os sintomas foram desenvolvidos e, em caso positivo, evitar a propagação do vírus. Entenda o que é e como ele deve ser colocado em quarentena.

3. Mas posso pegar o vírus novamente se você já está infectado?

O risco de se desenvolver novamente com o novo coronavírus após a doença já foi infectado, mas parece ter sido reduzido em vez disso, principalmente nos primeiros meses após a doença. De acordo com o Centro [4], estudos atuais indicam que não é incomum que infecções estejam novamente dentro dos primeiros 90 dias.

4. O que é um grupo vulnerável?

O grupo de risco atende o grupo de pessoas potencialmente mais propensas a ter sérias complicações como resultado da infecção devido à menor atividade do sistema imunológico. Assim, as pessoas em situação de risco são pessoas mais velhas entre 60 e / ou aquelas com doenças crônicas, como diabetes, doença pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência renal ou pressão alta.

Além disso, também estão expostos a quimioterapia ou recentemente passaram por procedimentos cirúrgicos, incluindo operações de transporte.

Apesar das complicações agudas em grupos de risco, todas as pessoas independentes ou o sistema imune são propensas a seguir as recomendações do Ministério da Saúde (MS) e da Organização Mundial da Saúde.

Teste direto: Você faz parte do grupo de risco?

Para ver se você faz parte do grupo de risco em COVID-19, por favor, responda a este teste direto:

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    • Outro

    Pergunta Tem alguma doença que afeta o sistema imunológico?

    • Não
    • Lúpus
    • Esclerose Múltipla
    • Hemia Falciorm
    • Outro
    • HIV/AIDS

    Imagem ilustrativa da questãotem síndrome de Down?

    • Sim
    • Não

    É um fumante?

    • Sim
    • Não

    Imagem ilustrativa da questãoVocê fez alguma conversões?

    • Sim
    • Não

    Imagem ilustrativa da questãousa tratamentos controlados?

    • Não
    • Corticoides, tais como isolamento
    • sidosssresors, tais como Cyclospin
    • Last

    Precious Próximo

    5. Existe vacina?

    Existem várias plataformas de vacina que estão sendo estudadas e desenvolvidas para combater a epidemia pelo COVID-19. Vacinas que, até hoje, são mais eficazes e já estão sendo implementadas em vários países são vacinas desenvolvidas pela Pfizer Labs, Moderna, AsterZeneca e Sinovac.

    Veja Mais sobre as vacinas existentes contra o COVID-19, como funciona e o plano de vacinação.

    6. Antibióticos curam coronavírus?

    Antibióticos têm uma atividade apenas contra bactérias e alguns fungos e parasitas, e eles não têm efeito sobre vírus. Além disso, quando os antibióticos são usados sem recomendação médica, pode haver resistência aos antibióticos, além da atividade de sistema imunológico reduzido, favoritismo de outras doenças.

    COVID-19 é tratado com medidas de apoio como água, descanso e nutrição adequada, e deve ser feito isoladamente, a partir da prevenção da propagação do vírus e a movimentação dele para outras pessoas. Até o momento, os antivirais que tomaram medidas contra o novo tipo de coronavírus não foram identificados, mas estudos foram desenvolvidos com o objetivo de identificar medicamentos que tomem medidas contra o COVID-19. Veja Mais detalhes sobre como trabalhar com COVID-19.

    7. É seguro viajar?

    É importante consultar as tendências de destino de viagem, pois alguns países adotaram medidas para evitar a transmissão do vírus, e pode haver indicação de isolamento obrigatório uma vez que ele chegue ao local, além de realizar um teste PCI-19 antes do embarque no voo. Além disso, alguns moradores locais apontaram o fechamento de aeroportos para voos internacionais, o que também tem o objetivo de evitar a propagação do vírus.

    Os meios para transportar as pessoas geralmente não possuem uma grande distribuição de ar e carregam um grande número de pessoas, o que também pode ser preferido para a transmissão. Por isso, no caso da necessidade de viajar e obter permissão a partir de dispositivos de saúde, é importante tomar medidas de precaução, como cobrir a boca e o nariz com a máscara, evitando o contato visual com o olho ou a boca, e lavar as mãos com água e sabão repetidamente.

    Veja como suas mãos podem ser devidamente lavadas para reduzir o risco de infecção pelo HIV:

    8. Posso me infectar por meio de um pedido?

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a probabilidade de contato com o vírus de um país com um grande número de casos é muito baixa, pois é provável que esteja exposta a diferentes condições e variações de temperatura e umidade.

    Um estudo realizado em março de 2020 [1] por pesquisadores dos Estados Unidos sugere que o SARS-CoV-2 é capaz de sustentar a infecção em superfícies por dias, principalmente em plástico e não inoxidável. As superfícies de aço, e elas têm um tempo de permanência mais curto na caixa, que geralmente é o material em que as encomendas são enviadas.

    Deveria haver falta de confiança de que o pacote pode estar contaminado, mesmo que a oportunidade seja baixa, um de nós pode purgar o rebanho com álcool no gel, além de lavar bem as mãos com sabão e água.

    9. Os animais de estimação podem transmitir o vírus?

    A transmissão de animais de estimação do COVID-19 ainda está para ser comprovada ao povo. O que se sabe até agora é que a transição ocorre por inalação de gotas de saliva e secreção respiratória suspensa no ar quando uma pessoa infectada é infectada com tosse ou espirro.

    10. O alcoolismo doméstico funciona?

    Embora o álcool como o álcool seja totalmente usado como um meio de prevenção da transmissão com agentes infecciosos, incluindo vírus, o álcool de gel caseiro não é necessariamente o mesmo que isso. Isso porque, para funcionar adequadamente, é importante ter uma concentração suficiente de álcool capaz de eliminar o agente infeccioso, além do fato de que parte do alcoolismo em casa geleia se refere ao uso de determinadas substâncias que podem favorecer o desenvolvimento de microrganismos. Veja Mais álcool em geleia e outros tipos de desinfetantes.

    Então, para se proteger, é importante usar álcool por 70, para esterilizar as mãos, para limpar superfícies e objetos, e lavar as mãos com sabão e água de forma regular. Além disso, as lâmpadas manuais ou raios UV não têm efeito comprovado para desencorajar ou eliminar o vírus, e, portanto, não devem ser usadas como forma de prevenção COVID-19.

    15 dúvidas comuns sobre o coronavírus (COVID 19)

    11. As temperaturas em alta matam o vírus?

    Até o momento, não há informações que sugerem a temperatura mais adequada para evitar a propagação e a evolução do vírus. No entanto, o novo coronavírus já foi identificado em vários países com diferentes climas e temperaturas, indicando que o vírus pode não sofrer de nenhum desses fatores.

    Além disso,

    a temperatura corporal geralmente é entre 36 ° C e 37 ° C, independentemente da temperatura ou temperatura do ambiente em que vivem, e como a nova artéria coronária está associada a uma gama de sintomas, e que pode se desenvolver naturalmente no corpo humano, que tem temperaturas mais elevadas.

    Doenças causadas por vírus, como cordas e frias, muitas vezes ocorrem durante o inverno, onde as pessoas muitas vezes ficam em ambientes fechados por períodos mais longos, com pouco movimento Air e com muitas pessoas, facilitando a transmissão do vírus entre a população. No entanto, o COVID-19 já foi notificado nos países onde o verão está presente, e acredita-se que a ocorrência deste vírus não tem nada a ver com a temperatura mais alta no ambiente, podendo também ser facilmente transmitida entre as pessoas.

    12. A Vitamina C ajuda a proteger contra o COVID-19?

    Não há evidências científicas que sugiram que a vitamina C ajude a combater o novo vírus Mers. O que se sabe é que esta vitamina ajuda a melhorar o sistema imunológico, pois é rica em antioxidantes que combatem os radicais livres.

    Por serem ricos em antioxidantes, pesquisadores da China [2]desenvolvendo um estudo para garantir que o uso de vitamina C em antioxidantes é uma cobertura para o tratamento para melhorar o desempenho dos pulmões, e para incentivar melhores sintomas de infecção, pois a vitamina C é capaz de prevenir a gripe.

    No entanto, ainda não há evidência científica que confirme o impacto da vitamina COV no COVID-19, em além do fato de que, quando for feito, Consumir essa vitamina, haveria um maior risco de coronavírus,

    melhoraria a atividade do sistema imunológico, dando preferência a enfisema, por exemplo, zinco, vitaminas e propiões como peixes, castanhas, laranjas, sementes de girassol, iogurte, tomate, tomates, melancia e fritas. Apesar do alho contendo propriedades antimicrobianas, ele não foi verificado se tem impacto no novo coronavírus, por isso é importante investir em nutrição equilibrada. Veja O que você come para melhorar o seu sistema imunológico.

    Também é importante que você lave bem as mãos com sabão e água por pelo menos 20 minutos, evite o interior e com muitas pessoas e cubra a boca e o nariz quando precisar tossir ou espirrar. Dessa forma, é possível evitar a transmissão e a transmissão do vírus para outras pessoas. Confira Outras formas de proteger-se do coronavírus.

    13.

    Um estudo conduzido por pesquisadores da Suíça e da Grécia em março de 2020 [3]

    O uso do ibuprofeno é capaz de aumentar a expressão da enzima no pulmão, nos rins e nas células cardíacas, tornando os sintomas respiratórios mais graves. No entanto, essa relação foi conduzida com base em apenas um estudo realizado em pacientes com diabetes e levou em conta a expressão da mesma enzima, mas no tecido cardíaco.

    Portanto, não é possível apontar que o uso da epoprofina está ligado à exacerbação de sintomas e sintomas COVID-19. Veja Mais sobre a possível relação entre coronavirus e Ibufavoren.

    14.

    pesquisa elaborada por cientistas americanos [1]

    que o SARAS-CoV-2, responsável pelo COVID-19, é diferente dependendo do tipo de superfície encontrada e das condições de ambiente. Assim, dramaticamente, o vírus pode ficar e continuar sendo infectado por cerca de:

    • 3 dias, no caso de superfícies plásticas e aço inoxidável;
    • 24 horas, no caso de superfícies de papelão;
    • 3 horas em dejetos, por exemplo.

    Embora sejam capazes de estar presentes em superfícies em modo de infecção por algumas horas, este é O tipo de infecção ainda não foi identificado. No entanto, foi apontado que o clareamento de superfícies que podem conter o vírus foi feito, sendo importante fazer uso de álcool e lavar as mãos com água e sabão regularmente.

    15. Quanto tempo leva para alcançar o resultado do teste?

    O tempo entre o modelo de agregação e a liberação do resultado pode variar dependendo do tipo de teste a ser realizado, podendo ser entre 15 e 7 dias.

    A diferença entre estas duas é a amostra coletada: enquanto amostras das vias aéreas estão sendo usadas, que são coletadas através de um swab do nariz, feito a partir de uma amostra do sangue pequeno. Nos testes, a amostra entra em contato com o reagente e, se a pessoa tiver o vírus, referido entre 15 e 30, o status de COVID-19 é confirmado.

    A inspeção de tempo mais longo é mais específica, considerada ouro padrão, e é essencialmente feita para confirmar o status positivo. Este exame é realizado a partir da amostra de sangue ou da amostra coletada pelo nariz ou swab de boca, e indica se há uma infecção por SR S-CoV-2 e a quantidade de cópias de vírus no organismo, indicando a gravidade da doença.

    Assinale mais incerteza sobre o coronavírus assistindo ao vídeo a seguir:

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